Na Casa Aberta às Crianças, começou a corrida para a construção da Nova Escola, para que todas as crianças possam aprender em condições e segurança.
Tragam os vossos tijolos e venham pôr mãos à obra connosco.
Em breve, mais notícias sobre como ajudar!
Fica aqui o vídeo promocional:
https://www.youtube.com/watch?v=8iChlcrBl-w&feature=youtu.be
Uma casa aberta às crianças em Timor, mais precisamente na quarta montanha à esquerda, quem vem de Díli... perdida algures numa vila chamada Aileu, Aisirimou
domingo, 1 de junho de 2014
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Jamais!
A
Casa Aberta sempre contou com a ajuda de voluntários que nos quiseram dar as
mãos e que nos vão lembrando da importância deste trabalho. E isto acontece normalmente quando a força nos falta, o que é bom para nos dar o "empurrão" necessário.
Cada
voluntário que por cá passa vai deixando a sua marca. É exatamente isso que
torna a Casa Aberta tão especial. Este fim-de-semana tivemos a visita da Inês e
da Maria que abriram mãos do seu descanso semanal para darem a sua contribuição.
Depois de 2 horas e meia de viagem, num percurso de 47 km, a Maria e a Inês
puseram mãos à obra e estiveram a retocar o nosso logótipo e a finalizar a
pintura das janelas, de forma a podermos impermeabilizar. Fica aqui o registo fotográfico do seu trabalho.
A Francisca também esteve connosco, com a certeza que brevemente estará a tempo inteiro. Decidimos que não vamos abrir mão dela! Jamais!
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Aproveitando as férias
Apesar de a escola estar atualmente fechada devido às férias escolares, não significa que estejamos paradas...
Há que aproveitar as oportunidades que nos dão e, por isso, esta semana estamos todas em Díli. A formação com a ATPE começou e há sempre muito que aprender. E o melhor: temos a Francisca connosco!
segunda-feira, 31 de março de 2014
À Francisca, pela sua coragem!
A Francisca juntou-se à nossa família em fevereiro de 2012. Revelou desde o início uma grande dedicação e vontade de aprender. Tinha iniciado a formação com a ATPE no ano passado. Ela e a Lúcia formavam uma grande equipa de trabalho, notava-se a cumplicidade entre as duas. Infelizmente, a Francisca foi transferida da nossa escola.
Apesar de muita consternação inicial, dando agora lugar a muita tristeza, estamos a aprender a gerir esta situação. O essencial é darmos todo o apoio que a Francisca precisa. Este domingo fomos as 6 - a Francisca, a Lúcia, a Lourença, a Mafalda, a Marcelina e eu - conhecer a nova escola da Francisca.
Apesar de muita consternação inicial, dando agora lugar a muita tristeza, estamos a aprender a gerir esta situação. O essencial é darmos todo o apoio que a Francisca precisa. Este domingo fomos as 6 - a Francisca, a Lúcia, a Lourença, a Mafalda, a Marcelina e eu - conhecer a nova escola da Francisca.
O carrinho é pequenino, mas dá para todas!
A escola da Francisca fica no Suku Liurai. Todos os dias, a Francisca anda quatro horas a pé para ir dar duas horas de aulas. Para lá chegar tem de atravessar um rio. Quando está cheio, a Francisca tem de esperar que o nível baixe para poder passar. Felizmente o nível do rio permitiu-nos a passagem.
Enquanto espera a finalização da construção de um novo edifício escolar, a Francisca está a usar um pré-fabricado oferecido pelo Estado às "viúvas e mais desfavorecidos" e cedido pela comunidade para acomodação temporária da escola.
As paredes da sala estão praticamente vazias!
Apesar de ser uma escola pública, apenas foi cedido o espaço e papel branco. O pouco material que a Francisca lá tinha foi doado por uma escola de Aileu, e não é mais do que isto:
Devido à falta de espaço não há separação de idades. Das 89 crianças inscritas, apenas 12 participam nas atividades. A escola conta com 2 professoras e 1 diretora. Desde que foi para lá, a Francisca ainda não conheceu a diretora. O programa diário inclui aprender uma canção, contar uma história e fazer um desenho. As histórias são trazidas de casa - basicamente o que houver, o que não significa que sejam apropriadas para o pré-escolar.
Quando mudarem para a escola nova, a realidade não será muito diferente. Nós estamos com alguma dificuldade em ajudar a Francisca, porque temos ajudado muitas outras escolas com os mesmos problemas, pelo que as nossas reservas são cada vez mais escassas. Mesmo assim conseguimos levar uns jornais e rolos de papel higiénico para as atividades. Queremos, no entanto, ajudar mais.
A Francisca continuará a fazer a formação apesar de já não ser "nossa" professora. Graças à bondade da ATPE, a Francisca poderá contar com este apoio. Resta-nos saber se terá liberdade para implementar os nossos programas, para assim lhe fazermos chegar os materiais necessários.
A consternação perdeu-se ligeiramente quando ontem fomos conhecer o futuro da Francisca e percebemos que tem uma grande missão pela frente. Alegra-nos pensar que As Sementinhas foi uma boa "escola" de preparação para ela, para esta sua nova missão.
Entristece-nos conhecer as condições, mas continuaremos a apoiar a Francisca no que for necessário. Não consigo evitar que as lágrimas me venham aos olhos, e de como a vida é tão difícil para tantas pessoas.
À Francisca, pela sua coragem!
quinta-feira, 6 de março de 2014
SABIA QUE PODE AJUDAR O G.A.S.PORTO COM 0.5% DOS SEUS IMPOSTOS?
NÃO tem qualquer custo ou perda para si!
Siga as instruções indicadas quando preencher a sua declaração de IRS e junte-se a nós nesta causa!
Ao ajudar o G.A.S.Porto estará a contribuir para a CASA ABERTA ÀS CRIANÇAS!
AJUDE-NOS A GERAR SORRISOS
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segunda-feira, 3 de março de 2014
Dia de pôr a Casa em ordem
Este domingo foi dia de arrumações. Tínhamos de pôr uns materiais de parte para ajudar a nova escola da Mana Lu em Lois e aproveitámos para pôr "a casa em ordem": deitar fora o que estava estragado pelos ratos (infelizmente continua a ser a realidade, nem os móveis escapam), arranjar espaço para novos materiais, reparar o que precisava de reparação (não só somos carpinteiros improvisados, como usamos ferramentas improvisadas)...
A Francisca é a nossa responsável de logística e tem o registo de todos os materiais que temos, com as respetivas quantidades. Não deixa escapar nada do que sai ou entra. Não podíamos ter escolhido uma pessoa melhor para esta função. A Francisca tem vindo a revelar-se uma caixinha de surpresas boas.
Cada professora tem uma função adicional. É importante mantermos este equilíbrio de responsabilidades para que todas sintam que estão a contribuir para o mesmo. Não há uma mais importante do que a outra. E devemos deixar isto bem claro! A pedido (talvez por ser um costume em Timor) foi afixado nas salas o nosso organograma. O significado desta folha de papel é inimaginável... Acima de tudo, o resultado do longo caminho de aprendizagem e um motivo de orgulho para todos. Para quem não conhece as funções de cada uma, aqui fica:
E finalmente conseguimos dar utilidade às mesas e cadeiras verdinhas que recebemos do Ministério da Educação. Apesar de serem materiais de grande utilidade, não precisávamos deles - até há 4 anos atrás precisávamos, mas felizmente graças aos nossos amigos hoje temos tudo o que precisamos, quer dizer, falta a sala de aula nova :)
Não podíamos devolver nem doar a mobília, por isso decidimos trocar as nossas mesas de apoio antigas pelas novas, e enviar as antigas para Lois. E o que é certo é que deu uma nova vida às salas. O que acham?
No final do trabalho, uma fotografia da equipa, que não tínhamos ainda. Uma grande equipa!
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Novo ano
Ano novo, energia renovada, mais 43 sementinhas e muitas outras novidades. A primeira são as nossas mesas novas oferecidas pelo Ministério da Educação: dez mesas e 60 cadeiras para as nossas sementinhas.
O Pai Natal trouxe também um portátil (antigo) e uma impressora para os trabalhos administrativos. Segundo elas: "Era mesmo isso que queríamos!" Ainda estivemos a treinar a montar o tinteiro na impressora. Qualquer intervenção na escola é sempre a pensar na sua independência.
Aproveitando também outro presente, um verniz de proteção para tinta, na nossa reunião começámos a "reabilitar" os nossos vidros....
Com a temática "As Sementinhas" em mente, estivemos a retocar os nossos vidros...
Falta-nos a segunda seção de vidros... aguardem-nos.
A escola está pela 6.ª vez a iniciar um ano letivo e, com isso, os choros habituais entre os mais pequenos. É um primeiro mês bastante complicado na turma dos 4 anos. Os encontros semanais de formação às professoras já começaram. Os encontros com o Centro de Educação já estão a todo o gás. Acreditamos que irá ser um ano de muitas mudanças.
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